segunda-feira, 30 de junho de 2008

estridentros

ecoa. um giro neste espaço do entre-dentro/dentre. os dentes estão afiando para colher palavras nos ventos, nas nuvens, nos olhares e nos tocares. ontem, doeu adormecido. e enquanto hoje chorei um banho. estou deixando.
um instante:
fui passear nas possibilidades...
queria fazer um discurso de beijos e abraços/ está aceito: escolha.
"a incrível possibilidade das escolhas se escolherem e serem propriedades de um caso chamado vida".
por favor, vamos marcar este espaço com nossas risadas e gritar para si "não esquecer de sin ser".
e depois, um tropeço para se esquecer no abandono de um canto, entre paredes (soa o longe de um pássaro invisível), e somente um prego solitário sustenta uma eternidade onipresente do lar.
vou depositar uma carta para mim, para que depois o outro leia o que eu em tempestade escrevi e esqueci. (mas para você que sabe que é você: não me engane).

tento novamente. volto ao começo:
o discurso inicia com um beijo desfocado num lugar amarelo.

e depois, voltaria no tempo,
onde comi todas as palavras que eu conhecia e daí virei bicho de gente.

e, mesmo como todas as janelas abertas,
escurece.



... e a velha a fiar.